quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Fim dos contratos de associação

Os contratos de associação começaram na década de 1980, quando havia zonas do país com falta de estabelecimentos de ensino. Estes contratos foram entre o estado e as escolas particulares e cooperativas. Tinham como objectivo garantir que todos os alunos tinham acesso gratuito à educação.
Os alunos dos  colégio serão transferidos, para as escolas públicas, somente no final do ciclo que frequentam e apenas nos casos em que haja oferta pública. O Governo garante que está a analisar a qualidade da escola, a capacidade de as escolas acolherem estes alunos (tendo em conta a proximidade) e a existência de uma rede de transportes.
Os professores dos colégio podem-se candidatar às escolas públicas concorrendo aos concursos públicos, tal como os restantes docentes fazem.
Os colégios também vão ser muito afectados, uma vez que muitos deles podem vir a fechar e despedir todos os funcionários e professores.
Este ano, vão custar 139 milhões de euros (cerca de 139.345.500 euros) ao estado, atribuindo 80.500 euros por cada turma, sendo que o valor tem vindo a diminuir assim como o número de turmas apoiadas.
Mil setecentas e trinta e uma (1.731) turmas vão ser afectadas, sendo que a maioria (1.075) são turmas de continuidade, o que significa que são contratos que já existiam e que vão manter até terminar o ciclo e as restantes 656 turmas são de início de ciclo.
Na minha opinião, os contratos de associação deveriam continuar, uma vez que, segundo estudos, o ensino do anterior executivo sobre o ensino público, revela uma poupança com os contratos de associação.

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